Inclusão Escolar

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UEPA

Referência em estimulação pedagógica e terapêutica

Inclusão Escolar

Preparando a criança com deficiência para a escola regular

Muitas crianças e jovens que frequentam a escola regular, necessitam de apoio pedagógico, terapêutico e adaptação de conteúdo e de atividades, e nem sempre a escola regular está preparada para este trabalho.
Na inclusão escolar, nós visitamos a escola regular, adaptamos conteúdo e mobiliário e sugerimos atividades para melhor aproveitamento do aluno.
O objetivo é garantir o trabalho adequado para as necessidades de cada aluno e um processo de inclusão eficiente e seguro!
Concepção de educação inclusiva
Refletir sobre educação inclusiva implica olhar além da deficiência, olhar para o potencial do aluno e, além disso, para o que ele pode desenvolver e produzir. Consiste enxergar, investir e potencializar.
Nesse sentido, não se trata de ignorar as limitações reais do aluno (no plano físico, sensorial ou mental), mas de “pesquisar o que ele pode fazer, o que, apesar de sua restrição, ele tem condições de melhorar” (Macedo, 2005, p. 28).
Desse modo, é preciso buscar outras estratégias de ensino, alterar materiais, tempo despendido nas propostas e espaço e fazer intervenções específicas com a finalidade de que a criança e o adolescente avancem.
Alfabetizar alunos com deficiência, “com necessidades especiais e que, por isso, diferenciam-se ou utilizam recursos diferentes dos normalmente conhecidos ou utilizados” (Macedo, 2005, p.17), é hoje uma tarefa e responsabilidade de todas as escolas, sejam estas regulares ou especiais. É preciso criar reais possibilidades para que elas usufruam do projeto educativo da escola, tendo como objetivo o ensino, a aprendizagem e a formação ética. Assim, é necessário que todos os profissionais da escola se comprometam com o atendimento a esses alunos, que busquem compreender suas demandas distintas e pessoais e que façam intervenções específicas com a finalidade de que eles avancem.
Não se trata, portanto, de ignorar a dificuldade em abrir as portas e trabalhar com crianças com deficiências, mas em buscar novos recursos, em criar parcerias com as famílias e outros profissionais, para, então, garantir o sucesso da escolaridade de todos.
Nas palavras de Macedo (2005, p. 29):
Como vamos suportar, nós professores, o fato de que a educação inclusiva veio tornar mais complexa a nossa vida, mais desafiadora a nossa tarefa de professores. Vamos precisar estudar o que antes estávamos dispensados de estudar, vamos ter que aprender técnicas nas quais antes não precisávamos pensar, vamos ter que aprender a ver mais devagar quando estávamos acostumados a ver numa certa velocidade, vamos ter que aprender a ouvir sem audição, a acompanhar num ritmo mais rápido quando estávamos acostumados a um ritmo mais lento. Vamos ter que rever as nossas expectativas de professores, rever as nossas formas de avaliar, de aprovar, de reprovar. Vamos ter que melhorar a nossa condição de trabalho.
Enfim, “para que haja, de fato, uma igualdade de condições é de suma importância o respeito à diferença e à diversidade e mesmo um tratamento prioritário e diferenciado àqueles grupos que historicamente fora alijados a seus direitos” (Paula, Regen e Lopes, 2011, p. 51).
A inclusão é, portanto, um desafio para os professores e para a escola, mas, como afirma Philippe Meireu (2001, prefácio ix), “quem deseja educar, deve estar absolutamente convencido de que o outro é absolutamente educável”.

Trabalho orientado e individualizado

Estimulando o potencial de cada aluno

Oferecemos apoio as práticas inclusivas dos alunos, tais como:

  • Atendimento de apoio individualizado aos alunos
    incluídos na escola regular.
  • Apoio as escolas para adaptar o currículo de acordo
    com as reais possibilidades do aluno.
  • Elaboração de material pedagógico.
  • Mobiliário escolar adaptado - orientações e sugestões
    para a escola regular
  • Treinamento de professores e funcionários da escola regular.
  • Reforço pedagógico especializado.
  • Trabalho terapêutico orientado às necessidades do aluno
    na escola regular.
  • Uso de recursos terapêuticos na escola regular.

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